terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Em 2 anos, Transnordestina avançou 5%

27/01/2015 - Valor Econômico

O novo contrato de concessão da ferrovia Transnordestina completou um ano na quinta-feira, mesma data em que venceu o primeiro prazo estipulado no documento: a entrega de 163 km entre as cidades de Salgueiro (PE) e Trindade (PE). As versões sobre a conclusão deste trecho atestam o imbróglio que se formou em torno do projeto. Enquanto as prefeituras das duas cidades negam a entrega, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), dona da obra, a confirma. Já a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pela fiscalização do contrato, não sabe informar se o trecho foi ou não concluído.

O desencontro de informações é um detalhe no rocambolesco enredo da ferrovia, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Um levantamento feito pelo Valor com base em relatórios do PAC mostra que nos últimos dois anos a Transnordestina avançou apenas 60 km, o que representa pouco mais de 5% de evolução nas obras. O dado considera uma média entre o percentual de execução de cada etapa da obra, que é dividida em infraestrutura (terraplenagem), superestrutura (trilhos e dormentes) e obras de arte especiais (pontes e viadutos).

Elaborado em setembro de 2013, o novo contrato tinha o objetivo de dar celeridade à obra, que começou em 2006 com a promessa de durar quatro anos. Pelo acerto, o custo passou de R$ 4,5 bilhões para R$ 7,5 bilhões. O prazo para conclusão foi estendido para o final de 2016, com cláusulas para penalizar novos atrasos.

O primeiro prazo passível de multa previa a entrega do trecho entre Salgueiro e Trindade, que na ocasião da assinatura do contrato já estava com 82% de execução. Mesmo assim, o prefeito de Trindade, Everton Costa (PR), garante que o trabalho não foi concluído. "Ninguém aparece aqui desde agosto do ano passado. Falta pouca coisa, mas a obra não acabou", diz. Na outra ponta, o argumento é o mesmo. "Ainda há coisa pra fazer e a obra está abandonada", diz o secretário de Desenvolvimento de Salgueiro, Clériston Nascimento.

Questionada, a CSN informou que o trecho foi finalizado, mas não soube precisar a data. Já a ANTT - responsável por averiguar o cumprimento dos prazos estabelecidos - informou que ainda vai enviar técnicos ao local para averiguar o estado das obras.

Após atingir o pico no fim de 2010, com mais de 10 mil operários, o projeto declinou em 2013, quando a Odebrecht, então responsável pela obra, começou a sofrer com a falta de pagamentos por parte da CSN. O problema se agravou e em setembro daquele ano o contrato foi rompido.

"A obra desandou com a saída da Odebrecht", relata o secretário Nascimento, que trabalhou para a empreiteira antes de assumir o posto da Prefeitura de Salgueiro. Desde então, a CSN teve dificuldade para atrair outras empreiteiras para a ferrovia. Atualmente, a Transnordestina é tocada por construtoras menores. São elas: Via Magna, Civilport, Marquise, Sumont, Ancar e Demas.

Apesar da letargia nas obras, a CSN garante que tudo está no prazo. De acordo com a empresa, atualmente 4,5 mil operários trabalham na estrada de ferro, que pretende ligar o município de Eliseu Martins (PI) aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). A CSN insiste que a ferrovia será entregue no fim de 2016, prazo que nem mesmo o governo confia. De acordo com o último balanço do PAC, a previsão de conclusão é janeiro de 2017.

Ferrovia que ligue portos do ES ao do RJ é proposta por governador capixaba

23/01/2015 - O Dia

Governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB) quer construir, em parceria com o Rio de Janeiro, uma ferrovia para ligar os portos capixabas de Vitória e Anchieta ao de Açu, em São João da Barra.

Com um custo estimado de R$ 7 bilhões, a ferrovia teria 550 quilômetros de extensão e seria voltada para o transporte de minérios. A obra será tema de uma conversa, nesta sexta-feira, em Vitória, entre Hartung e Julio Bueno, secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado do Rio.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Vale transportou cerca de um milhão de pessoas em 2014

16/01/2015 - DeFato Online

O Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas, operado pela Vale, que faz o percurso entre o Espírito Santo e Minas Gerais, transportou cerca de um milhão de pessoas em 2014. Desse total, 168 mil passageiros embarcaram na estação Pedro Nolasco, em Cariacica (ES), com destino a Minas Gerais. Outras 168 mil pessoas chegaram ao ES por meio do transporte ferroviário no ano passado.

Na estação de Belo Horizonte, o volume de pessoas que embarcou com destino ao litoral capixaba chegou a 231 mil passageiros. A capital mineira, por sua vez, recebeu mais de 213 mil pessoas em 2014, que chegaram à cidade pelo Trem de Passageiros da ferrovia Vitória a Minas.

Fim de ano

Do total de passageiros transportados em 2014, 84 mil utilizaram o transporte ferroviário da Vale no mês de dezembro, período marcado pela alta demanda pelas viagens de trem em virtude das férias e das festas de final de ano.

Novo Trem

Lançado em 2014, o novo Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) transportou cerca de 400 mil pessoas desde o início de sua operação, em agosto passado até dezembro.

Sobre a Estrada de Ferro Vitória a Minas

Considerada a ferrovia mais produtiva do Brasil e uma das mais modernas do mundo graças aos investimentos em tecnologia e recursos humanos, a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) tem 905 quilômetros de extensão e transporta 40% de toda carga ferroviária do país. Por ela circulam pelo menos 60 tipos de produtos, como minério de ferro, aço, soja, carvão, calcário, entre outros.

Além de operar no transporte de cargas, pela EFVM passa o único trem de passageiros do Brasil que percorre longas distâncias diariamente. Durante o percurso, o passageiro tem à disposição belas paisagens, história, comodidade e segurança.

Com o passar dos anos, as operações da EFVM foram modernizadas para aumentar a eficiência, a capacidade, a produtividade e a segurança, essa última trabalhada pela Vale por meio de ações de conscientização realizadas junto às comunidades situadas ao longo da ferrovia durante todo o ano.

Blitzen educativas em passagens em nível (locais onde há cruzamento entre a ferrovia e as estradas), divulgação de dicas de segurança em rádios e jornais, visitas de autoescolas às áreas da Vale e jogos educativos nas comunidades fazem parte das atividades. Além disso, empregados da mineradora que atuam na operação ferroviária realizam palestras mensais em escolas de ensino fundamental e médio situadas ao longo do trecho com o objetivo de conscientizar crianças, adolescentes e adultos sobre a importância da convivência segura e harmônica com a ferrovia.

 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ferrovia Norte-Sul atrai dois interessados em seu novo modelo de operação

15/01/2015 - Estado de S. Paulo 

Duas companhias de logística entregaram pedidos de habilitação à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), segundo apurou o Estado.

O setor ferroviário está próximo de estrear seu novo modelo de operação, que prevê a quebra do monopólio das atuais concessionárias e a atuação de diversas companhias sobre os trilhos federais. Duas companhias de logística entregaram pedidos de habilitação à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), segundo apurou o Estado.

As empresas querem homologação da agência para atuar como Operador Ferroviário Independente (OFI), com direito a transportar cargas em competição direta com as atuais concessionárias. Trata-se da Brado Logística, de Santos (SP), e da Tora Transportes, de Contagem (MG), ambas especializadas em transporte, armazenagem, distribuição e operação de terminais de contêineres.

A Brado, que tem como sócia a ALL, foi criada em 2011 e já atua com transporte de contêineres. A Tora Logística tem terminais de cargas pelo País e uma frota de 3 mil caminhões, mas ainda não atua diretamente nos trilhos.

Na Valec, estatal ferroviária vinculada ao Ministério dos Transportes, a expectativa é liberar empresas para atuar na Ferrovia Norte-Sul ainda neste primeiro semestre. Um dos principais alvos de operação das duas companhias é o trecho de 855 km da Norte-Sul, que liga Porto Nacional (TO) a Anápolis (GO). A malha foi concluída pela Valec, mas ainda passa por reparos e adaptações, não tendo recebido ainda nenhuma operação comercial.

Outra parte da ferrovia que atrai o interesse das empresas é a extensão de 669 km entre Ouro Verde de Goiás (GO) e Estrela d'Oeste (SP), prevista para ser concluída até o fim do ano.

Com receita anual de aproximadamente R$ 700 milhões, a Tora planeja comprar locomotivas e vagões para entrar diretamente no negócio das ferrovias. "Queremos ampliar nossa atuação e o modelo permite isso. Temos mais de 3 mil caminhões, entre próprios e frotas contratadas, além de seis terminais de carga ligados a ferrovias. Essa capacidade será integrada aos trilhos", disse o presidente da empresa, Valter Souza.

Fonte: Estado de S. Paulo 
 

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Concessões em infraestrutura devem ser revistas

12/01/2015 - O Estado de São Paulo

É bastante provável que o crédito para os projetos fique mais caro

A nova edição do Programa de Investimento em Logística (PIL) prometida pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso de posse deverá ser fruto de uma profunda revisão das linhas das concessões já em andamento. É bastante provável que o crédito para os projetos fique mais caro, avalia um interlocutor da presidente. Sem isso, é possível que os projetos encalhem na prateleira. "As condições de mercado mudaram e estamos em outra realidade", diz.

Incumbido de coordenar os programas federais de investimento, o novo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, indicou que haverá mudanças, mas essas serão limitadas. E prometeu aumentar a atratividade dos projetos para o capital privado. Por outro lado, afirmou que a carência em infraestrutura do País "não é justificativa para fazer investimentos a qualquer preço". Conciliar o custo dos projetos e a pressa em tocar os empreendimentos, disse, será o maior desafio do governo.

Esse dilema aparece, por exemplo, nos bilionários projetos em ferrovias. Eles dificilmente terão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) todo o volume de recursos necessários à sua implantação. Será necessário recorrer aos bancos privados. Esses, porém, já haviam avisado que não poderiam manter as condições prometidas pelo governo na primeira edição do PIL: taxa de juros de longo prazo (TJLP) mais 1,5%. A remuneração fixa precisaria ser maior.

E a falta de crédito é só um dos problemas das ferrovias. Outro é a aparente falta de interessados nos projetos. As construtoras brasileiras, que arremataram as concessões em rodovia, já haviam avisado que não participariam do leilão do primeiro trecho ferroviário, ligando Campinorte (GO) a Lucas do Rio Verde (MT), antes mesmo da operação Lava Jato. Elas discordam da estimativa de investimento fixada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), considerada insuficiente.

Chineses. O governo diz que a saída será buscar investidores internacionais. Apontam os chineses como mais fortes candidatos. Mas, internamente, há um reconhecimento de que essa alternativa pode nunca se concretizar, como já aconteceu com outras promessas de investimento dos orientais. Daí porque há quem defenda um total redesenho do programa, oferecendo taxas de retorno mais elevadas, como forma de atrair investidores. E, após isso, um novo roadshow para vender os projetos aos estrangeiros.

Da mesma forma, as novas concessões em rodovias precisarão oferecer melhores perspectivas de ganho para atrair investidores. Essa discussão não poderá tomar muito tempo, já que a concessão da ponte Rio-Niterói vence em maio.

Outros trechos rodoviários para concessão estão em estudos que serão finalizados este ano. Da mesma forma, há novas ferrovias sendo analisadas - como, por exemplo, uma ligação de 1.200 km entre Lucas do Rio Verde (MT) e o porto naval em Itaituba (PA).

Portos e aeroportos. No caso dos portos, o problema é de outra ordem. Há muitos investidores interessados. Mas uma parte importante do PIL Portos, o arrendamento de áreas em portos públicos cujos contratos já venceram ou estão por vencer, está parada no TCU há mais de um ano.

O processo também é alvo de judicialização. As empresas que já estão instaladas nos portos têm ingressado na Justiça para continuar com suas áreas. A perspectiva de longas discussões faz crescer a avaliação que será preciso redesenhar o programa. Há ainda a intenção de conceder outros aeroportos, como os de Recife, Salvador e Porto Alegre. Isso, porém, ainda precisará ser estudado.

Fonte: O Estado de S. Paulo 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

EPL retoma estudos para a construção do trem-bala

08/01/2015 - Valor Econômico

A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) retomou discretamente os estudos para a construção do trem-bala. O projeto de ligação ferroviária entre Rio, São Paulo e Campinas havia praticamente desaparecido desde que a presidente Dilma Rousseff decidiu suspender, em cima da hora, o leilão marcado para agosto de 2013. Era terceira tentativa fracassada de licitação.

Como os estudos ficaram desatualizados, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou uma revisão geral dos números considerados no projeto, caso o governo tenha a intenção de tirá-lo novamente da gaveta. A EPL, presidida pelo engenheiro Josias Cavalcante, já tem quase prontos os termos de um edital para contratar estudos que vão trazer novas estimativas de demanda de passageiros e reavaliar o traçado do TAV. Para isso, haverá a necessidade de um intenso trabalho de campo, como a realização de sondagens geológicas.

Antes de lançar uma concorrência pública, no entanto, a estatal aguarda uma decisão política do governo sobre a continuidade do projeto. O que se quer é evitar toda a novela em torno dos preparativos de uma megaconcessão e nova desistência no fim do processo.

Da última vez, Dilma optou por adiar indefinidamente o leilão, apesar de pelo menos um consórcio internacional ter garantido a apresentação de uma proposta: os franceses da Alstom e da SNCF. Os consórcios da Espanha e da Alemanha confirmaram interesse, mas pediram mais prazo para a elaboração de suas ofertas. Em meio às denúncias de um cartel nas obras de metrôs, o governo decidiu não fazer a licitação com apenas um concorrente.

Agora, porém, o trem de alta velocidade tem apoio bem mais limitado na Esplanada dos Ministérios. O maior entusiasta do projeto era o economista Bernardo Figueiredo, que deixou a EPL. Quem também defendia o projeto era o ex-ministro dos Transportes, Paulo Passos, que saiu do governo. Outros setores têm visão mais crítica do empreendimento.

Na época do adiamento, cogitou-se a possibilidade de aproveitar para fazer avanços no projeto executivo do trem-bala e no licenciamento ambiental, mas quase nada andou desde então. De volta à estaca zero, o projeto terá novas estimativas sobre a demanda de passageiros em relação às preparadas pela consultoria britânica Halcrow em 2009. O projeto atual prevê oito estações: aeroporto de Viracopos, Campinas, São Paulo, aeroporto de Guarulhos, São José dos Campos, Volta Redonda-Resende, aeroporto do Galeão e Rio de Janeiro.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Governo retoma projeto do trem-bala e prevê licitar novos estudos até abril

11/12/2014 - O Globo

O governo adotou uma meta para retomar o programa de implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV) no país. De acordo com o balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) apresentado nesta quinta-feira, o governo quer publicar a licitação para contratação de um novo estudo de viabilidade até abril. 

A realização desse novo estudo, que compreende questões técnicas e ambientais, foi uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontou sérias críticas aos conceitos que embasavam os planos do governo. 

O projeto do trem-bala que vai ligar Campinas ao Rio, passando por São Paulo, está suspenso desde 12 de agosto de 2013, quando o leilão foi adiado. De lá para cá a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) vinha desenvolvendo estudos de engenharia para o projeto, estimado em R$ 33,2 bilhões.

Fonte: O Globo
Publicada em:: 11/12/2014

Ferrovia Transcontinental pode receber R$ 500 milhões em 2015

17/12/2014 - Cenário MT

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou, nesta terça-feira (16), cinco emendas ao Orçamento 2015, todas relatadas pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO). A sessão foi presidida pelo senador Ruben Figueiró (PSDB-MS). 

A proposta de maior valor destina R$ 500 milhões para a construção de trecho da Ferrovia Transcontinental entre Sapezal (MT) e Porto Velho (RO). 

A comissão acatou também emenda de R$ 300 milhões para obras rodoviárias na BR-174 e na BR-364, beneficiando os estados de Mato Grosso, Acre, Rondônia, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. 

Outra sugestão aprovada diz respeito à construção, reforma e reaparelhamento de aeroportos e aeródromos de interesse regional, com R$ 200 milhões. 

Para o atendimento de demandas por energia elétrica em localidades isoladas os senadores reservaram R$ 100 milhões, e para a construção de ponte sobre o rio Paraná, R$ 50 milhões.

Fonte: CenárioMT com Agência Senado
Publicada em:: 17/12/2014

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Transporte apresenta balanço de obras em infraestrutura e logística

01/01/2015 - Redação Portogente

Segundo o relatório apresentado pelo ministério, foram concluídos 913,7 km de ferrovias, entre 2011 e 2014, com destaque para a Ferrovia Norte-Sul

O Ministério dos Transportes divulgou na última sexta-feira (26) o balanço de 2014, no qual mostra os principais resultados de investimentos púbicos e privados feitos em rodovias, ferrovias, hidrovias, além do desempenho do Fundo de Marinha Mercante (FMM) e demais ações da Pasta e das instituições vinculadas.

Com relação ao transporte rodoviário, o governo diz que estão sendo investidos recursos na ampliação da malha rodoviária, objetivando o escoamento daprodução nacional, a ampliação da fronteira agrícola e a segurança no transporte de bens e passageiros, por meio das ações do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC.

Em 2014, 516 km de rodovias federais foram construídos, duplicados ou pavimentados. Desde 2011, foram construídos um total de 1.749 km de estradas, além da pavimentação de 597km e a adequação de mais outros 435 km de reodovias.

Malha ferroviária

O transporte ferroviário tem importância estratégica para o país. As ferrovias possibilitam a movimentação de grandes quantidades de carga por longas distâncias, com fretes competitivos e baixo índice de emissões de poluentes.

Segundo o relatório apresentado pelo ministério, foram concluídos 913,7 km de ferrovias, entre 2011 e 2014, com destaque para a Ferrovia Norte-Sul: trecho Palmas/TO - Anápolis/GO (855 km); o rebaixamento da Linha Férrea de Maringá (13,2 km); a construção do Contorno Ferroviário de Araraquara/SP e pátio de Tutóia (35,5 km); e a construção do Contorno Ferroviário de Três Lagoas (10 km).

Hidrovias

De acordo com o Ministério, em mais de 6.000 km de hidrovias foram executadas ações para garantir a navegabilidade. Dentre as intervenções, o governo destacou as obras de adequação e melhoria nos corredores dos rios Madeira, Paraná, Paraguai e São Francisco, com destaque para as dragagens de manutenção. Também foi destacado o apoio dado pelo governo federal aos melhoramentos na Hidrovia do Tietê, em São Paulo, com início de obras de dragagem do canal de Anhembi e de ampliação do vão da ponte ferroviária Ayrosa Galvão.

Fonte: Redação Portogente

Trem Intercidades aguarda por aval federal

02/01/2015 - Correio Popular de Minas

O investimento está estimado em R$ 20 bilhões.

O secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, empossado ontem no cargo em substituição a Jurandir Fernandes, afirmou que espera a liberação das faixas de domínio da extinta Rede Ferroviária Federal para poder deslanchar a implantação do trem intercidades, que irá ligar as regiões metropolitanas de Campinas, Vale do Paraíba, São Paulo e Santos. Assim que for autorizada, afirmou, o governo lançará o edital da parceria público-privada (PPP) para que o trem, com velocidade média de 120 quilômetros por hora, possa ligar as quatro regiões.

O investimento está estimado em R$ 20 bilhões. A liberação foi reivindicada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) à presidente Dilma Rousseff (PT) no início de novembro, quando propôs a assinatura de convênio entre a União e o Estado para regular o uso de faixas de domínio de ferrovias federais. Pelissioni disse que, nesses trechos, cabem quatro linhas há duas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que vão até Jundiaí, há o trem de cargas e ainda espaço para o trem de média velocidade. O projeto prevê 431km de ferrovia que ligarão Americana a Santos, Taubaté a Sorocaba e que se cruzarão em São Paulo.

O trem sairá de Americana, passará por Santa Bárbara, Sumaré, Hortolândia, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Louveira e Jundiaí, até a Capital. O custo para ligar as regiões é estimado em R$ 20 bilhões—R$ 4 bi de recursos públicos. (MTC/AAN)

Fonte: Correio Popular de Campinas

Trem Intercidades aguarda por aval federal

02/01/2015 - Correio Popular de Campinas 

O investimento está estimado em R$ 20 bilhões.

O secretário de Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni, empossado ontem no cargo em substituição a Jurandir Fernandes, afirmou que espera a liberação das faixas de domínio da extinta Rede Ferroviária Federal para poder deslanchar a implantação do trem intercidades, que irá ligar as regiões metropolitanas de Campinas, Vale do Paraíba, São Paulo e Santos. Assim que for autorizada, afirmou, o governo lançará o edital da parceria público-privada (PPP) para que o trem, com velocidade média de 120 quilômetros por hora, possa ligar as quatro regiões.

O investimento está estimado em R$ 20 bilhões. A liberação foi reivindicada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) à presidente Dilma Rousseff (PT) no início de novembro, quando propôs a assinatura de convênio entre a União e o Estado para regular o uso de faixas de domínio de ferrovias federais. Pelissioni disse que, nesses trechos, cabem quatro linhas há duas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que vão até Jundiaí, há o trem de cargas e ainda espaço para o trem de média velocidade. O projeto prevê 431km de ferrovia que ligarão Americana a Santos, Taubaté a Sorocaba e que se cruzarão em São Paulo.

O trem sairá de Americana, passará por Santa Bárbara, Sumaré, Hortolândia, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Louveira e Jundiaí, até a Capital. O custo para ligar as regiões é estimado em R$ 20 bilhões—R$ 4 bi de recursos públicos. (MTC/AAN)

Fonte: Correio Popular de Campinas 

Ferrovia Norte/Sul continua sem engrenar

05/01/2015 - Surgiu

Em operação apenas o trecho Tocantins ao Maranhão

Inaugurado em 2010 pelo Presidente Lula e em 2014 pela Presidente Dilma, o trecho de Palmas TO a Anápolis GO está há um ano sem uso, enquanto o trecho Palmas TO ao Maranhão está sendo utilizado no transporte de minérios e grãos.

Este trecho sem uso, que tem um total de 855 km até Anápolis GO foi contratado em 2008 com intenção de conectá-la com o restante do país.

A VALEC, responsável pela sua construção e administração não conseguiu terminar a sua parte inviabilizando a passagem dos trens, o que poderá ocorrer ainda neste mês de janeiro de 2015, mas, para que isto ocorra terá que contratar empresa para conservação do trecho e a concorrência marcada para novembro de 2014 foi adiada.

Deve-se ressaltar que as duas inaugurações ocorreram em anos eleitorais e como não foram concluídas, partes dos trechos se deterioraram e nenhum trem passou pelos trilhos.

Trilhos chineses

A Pangnang é a mesma empresa que forneceu os trilhos anteriores e de acordo com relatórios que Folha teve acesso junto ao Ministério dos Transportes, estes trilhos não oferecem garantias de qualidades. A Pangnang tem a empresa brasileira RMC e de acordo com o relatório não apresentava patrimônio compatível na época, inclusive operava em endereço residencial e só depois se mudou para novo endereço comercial.

Nesta ocasião a Polícia Federal realizou uma operação sob suspeita de corrupção e desvio de R$ 100 milhões, inclusive com a prisão temporária do ex-presidente da VALEC, José Francisco das Neves (Juquinha). As investigações ainda não fora concluídas.

Em 2014 a VALEC fez uma compra salgada de trilhos e transporte dos mesmos por R$ 440 milhões, quando a previsão destes gastos em 2012 era de apenas R$ 300 milhões. A empresa alegou alta do dólar.

Para a Folha a VALEC disse que a empresa não tem mais restrições fiscais que impeçam a passagens dos trens, porém, tem que ter a empresa contratada para dar garantia de trafegabilidade na via.

De acordo com a estatal já existe uma empresa interessada na operação deste segundo trecho, que é a VLI Logísta, a mesma que já opera o trecho em uso que vai de Palmas ao Maranhão.

Perto de completar três décadas de construção, a ferrovia está longe de cumprir o seu objetivo: a integração ferroviária do país. A previsão é de que isto ocorra em dezembro de 2015.

Sem o funcionamento pleno da ferrovia, fica inviabilizado o transporte de cargas do Centro Oeste, pois, precisarão percorrer mais de 2.000 km até os portos marítimos em caminhões. Com isto o frete no país fica até o dobro de países concorrentes como Argentina e Estados Unidos.

Fonte: Surgiu 

Grandes obras perdem espaço no PAC 3

04/01/2015 - O Estado de SP

Fecha-se o ciclo das megaobras de infraestrutura. Depois de turbinar duas edições do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com dezenas de empreendimentos bilionários, o governo federal tende a se concentrar agora em obras de médio e pequeno portes. A tentativa é manter o nível médio dos investimentos dos últimos anos por meio da iniciativa privada em concessões e parcerias, dando assim alívio aos cofres públicos.

OPAC 3, anunciado pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso de posse na quinta-feira, se concentrará em obras de características mais regionais, principalmente empreendimentos de mobilidade urbana, uma carteira de projetos que até hoje não decolou em razão de dificuldades técnicas e burocracia nos repasses da União para Estados e municípios.

Outro tipo de projeto que deve ganhar espaço são as hidrovias, corredores logísticos que até agora foram sumariamente ignorados pelo setor de transporte.

Essa mudança na carteira de projetos, avalia Adriano Pires, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (CBIE), não está ligada a uma reformulação estratégica de prioridades, mas sim à única alternativa viável, dado o cenário atual encarado pelo setor de infraestrutura. "Esse novo perfil do PAC é resultado de um modelo que se esgotou. Os investimentos nas grandes obras se apoiaram nas grandes estatais, como Eletrobrás e Petrobrás, e nas campeãs nacionais da construção", diz. "Acontece que as estatais foram inviabilizadas e perderam fôlego para investimento. Já as empreiteiras estão envolvidas na operação Lava Jato, da Polícia Federal. O setor de infraestrutura terá de se recriar", afirma o professor.

A estatal em que isso fica mais evidente, na atual conjuntura, é a Petrobrás, envolvida em uma das maiores investigações de corrupção no País. Responsável pela construção de grandes refinarias, como a de Abreu e Lima, em Pernambuco, a petroleira tinha pela frente outros grandes projetos de refino em fase inicial de construção.

A planta Premium 1, no Maranhão, é um exemplo. Orçada em mais de R$ 37 bilhões e ainda em etapa inicial de obras, a refinaria está entre os empreendimentos que devem sofrer atrasos.

No setor elétrico, a estatal Eletrobrás tem vencido a maior parte dos leilões promovidos pelo governo federal, liderando a construção de novos empreendimentos de geração e transmissão de energia.

Mas essa atuação em leilões deve perder força em razão do ajuste de contas necessário que a empresa precisa fazer para poder manter seus investimentos.

Transposição. No radar dos grandes empreendimentos de saneamento, havia previsão de que dois novos canais da transposição do Rio São Francisco fossem incluídos no PAC3: o Eixo Sul, na Bahia, e o Eixo Oeste, em direção ao Piauí.

Oficialmente, porém, esses projetos ainda não estão confirmados. A preocupação atual é concluir os dois canais que estão em construção e que, pelo cronograma original, deveriam ter iniciado a entrega de água no interior do Nordeste ainda em 2010.

No setor elétrico, as atenções do governo estão voltadas para a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, orçada em mais de R$ 30 bilhões.

Questões sobre a viabilidade ambiental do projeto, no entanto, ainda colocam o projeto em xeque.

Quanto aos empreendimentos logísticos, todos os esforços apontam para a aproximação com o empreendedor privado, a fim de viabilizar novos trechos de concessões de rodovias e, principalmente, de ferrovias – estas há anos na gaveta.

A atenção do governo relacionada às grandes obras deve se concentrar na conclusão daquilo que ele já começou e que está atrasado, e não em lançar novos projetos com o mesmo porte", comenta Carlos Campos, coordenador de infraestrutura econômica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A agenda das megaobras em atraso inclui ainda outros projetos importantes, como o complexo de refino Comperj, no Rio de Janeiro, a Ferrovia Norte-Sul, entre Anápolis (GO) e Estrela D'Oeste (SP), e a ferrovia Transnordestina, na Região Nordeste.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Competição sobre os trilhos

29/10/2013 - Diário do Litoral

Governo Federal publica decreto que oficializa mudanças nas concessões de exploração do modal no País

O Governo Federal publicou, no Diário Oficial da União, o decreto que institui a política de livre acesso ao subsistema ferroviário federal. O objetivo é desenvolver o setor e promover a competição entre os operadores. O decreto oficializa as mudanças que já tinham sido anunciadas para as próximas concessões de ferrovias no país, no âmbito do Programa de Investimentos em Logística (PIL). Haverá uma separação entre as outorgas para a exploração da infraestrutura ferroviária e para a prestação de serviços de transporte ferroviários.

Segundo o decreto, os usuários e operadores ferroviários terão garantia de acesso a toda malha integrante do subsistema ferroviário federal, com remuneração dos custos fixos e variáveis da concessão para exploração da infraestrutura. A Valec, estatal do setor ferroviário, será responsável por gerenciar a capacidade de transporte do sistema, inclusive mediante comercialização da capacidade operacional de ferrovias.

Para assegurar a implantação da política de livre acesso ao subsistema ferroviário federal, a modicidade tarifária e a ampla e livre oferta da capacidade de transporte a todos os interessados, a Valec vai adquirir o direito de uso da capacidade de transporte das ferrovias que vierem a ser concedidas e vender capacidade para os usuários que quiserem transportar carga própria a operadores ferroviários independentes e a concessionários de transporte ferroviário que podem adquirir parte da capacidade das ferrovias. A venda da capacidade deverá ser precedida de oferta pública, com critérios objetivos e isonômicos.

Investimentos O Programa de Investimentos em Logística foi lançado em agosto do ano passado, com previsão de investimentos de R$ 91 bilhões em ferrovias via parceria público-privada. Em cinco anos, de acordo com projeções do Governo Federal, o país passará a contar com uma moderna malha de ferrovia, capaz de propiciar transporte de boa qualidade e com custo adequado. As ferrovias do PIL conectam regiões que já contam com elevada produção agrícola e mineral (usuários tradicionais de ferrovias) e criam a oportunidade de atração de cargas industriais, além de conectarem os principais centros urbanos do país.

Fonte: Diário do Litoral

Chegada da ferrovia impulsiona indicadores socioeconômicos nas cidade de MT

01/01/2015 - Cenário MT

Além de favorecer o desenvolvimento e a logística do Mato Grosso, empresas contribuem fortemente para a economia fiscal do país, do estado e também do município.

Considerada uma das mais promissoras cidades da região Centro Oeste, com o segundo maior PIB (Produto Interno Bruto) mato-grossense, Rondonópolis completou, no dia 10 de dezembro, 61 anos de emancipação. A cidade abriga hoje o maior terminal ferroviário de cargas da América Latina. Inaugurado há pouco mais de um ano, o Complexo Intermodal de Rondonópolis (CIR), que ainda segue em expansão, reflete um novo impulso socioeconômico para a região, com geração de emprego, renda, qualificação de mão-de-obra e melhora no escoamento da produção do estado.

Somente em 2014, o terminal da América Latina Logística (ALL) gerou cerca 300 empregos diretos e mais de mil empregos indiretos. De acordo com o gerente de Terminais da ALL em Mato Grosso, Ivandro Paim, atualmente, 56% do quadro de colaboradores da companhia vieram transferidos de outras cidades e o restante foi contratado no município. "Mesmo trazendo colaboradores de outras localidades, onde a ALL tem base, a empresa abre espaço e investe na formação e qualificação de mão-de-obra local", ressaltou.

Além da ALL, já opera no CIR a subsidiária Brado, pioneira no transporte ferroviário de contêineres, e a esmagadora de soja Noble. Já é prevista também a instalação de outras empresas no complexo nos próximos anos, o que deve ampliar ainda mais as oportunidades de trabalho.

O economista e professor na Universidade de Cuiabá (Unic), Alexsandro Silva, explica que o ciclo de investimentos iniciado após a instalação de um terminal de cargas com o porte do CIR, traz melhorias para diversos setores do município. Segundo ele, a vinda de profissionais com suas famílias de outras cidades, contribui diretamente para a movimentação da economia local por representar maior consumo por produtos e serviços. "Desde o imobiliário a outros setores, há um aumento significativo na demanda", explicou.

Outro setor que tem se preparado nos últimos anos para receber esse novo momento, de acordo com o economista, é o da educação. Escolas de ensino profissionalizante e faculdades vêm ampliando o número de cursos e quantidades de vagas para preparar o maior número possível de profissionais para os postos de trabalho que serão gerados. "Um exemplo disso é o curso de Engenharia de Produção, disponível em dois turnos e com alta demanda nas duas maiores faculdades particulares da cidade", comentou.

Silva também destaca a atração de outros grandes empreendimentos que optam pela cidade, influenciados pelo potencial de crescimento que o município oferece. "Outras grandes empresas, de variados setores, são influenciadas pelas promessas do grande crescimento que Rondonópolis deverá apresentar nos próximos anos, apontando a cidade como um bom lugar para investir", frisou.

Além de favorecer o desenvolvimento e a logística do Mato Grosso, Silva lembra que essas empresas contribuem fortemente para a economia fiscal do país, do estado e também do município. "Quando se eleva o nível da atividade econômica todos ganham, inclusive o governo, que arrecada mais em tributos. Ampliando a capacidade do Estado e dos Municípios aumenta-se os investimentos em melhorias dos serviços públicos como saúde, educação, segurança, habitação e lazer, por exemplo. Rondonópolis certamente se beneficiará muito com isso", concluiu.

Serviços da Estrada de Ferro Campos do Jordão ficam mais caros

01/01/2015 - Portal R3 - Pindamonhangaba/SP

Por meio de nota, a Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ), informou no dia 31 de dezembro de 2014, que os serviços prestados a população e turistas serão reajustados, a partir do dia 6 de janeiro.

Os novos preços serão aplicados no trem de subúrbio e entrada no Parque Reino das Águas Claras, ambos em Pindamonhangaba; no trem Maria Fumaça, Bonde Turístico e Teleférico, os três em Campos do Jordão e também no Trem do Mirante, que sai de Campos do Jordão e vai até a estação Eugênio Lefévre, em Santo Antônio do Pinhal.

Confira os novos valores:

= Trem de Subúrbio Pindamonhangaba/Piracuama R$ 2,70

= Parque Reino das Águas Claras R$ 6,50

= Maria Fumaça Emilio Ribas/Abernéssia/Emilio Ribas (ida e volta) R$ 18,00

= Bonde Turístico -Emilio Ribas/Portal/ Emilio Ribas (ida e volta) R$ 12,00

= Bonde Turístico -Emilio Ribas/ Abernéssia (só ida) R$ 6,50

= Bonde Turístico Abernéssia/ Emilio Ribas (só volta) R$ 6,50

= Bonde Turístico Emilio Ribas/Abernéssia/Emilio Ribas(ida e volta) R$ 8,60

= Trem do Mirante Emilio Ribas/Eugênio Lefévre(ida e volta) R$ 48.00

= Trem do Mirante Emilio Ribas/Eugênio Lefévre(só ida) R$ 37,00

= Trem do Mirante- Eugênio Lefrévre/Emilio Ribas (só volta) R$ 37,00

= Teleférico R$ 12,00