sábado, 15 de janeiro de 2011

Norte-Sul parte rumo a São Paulo

13/01/2011 - Goiás Agora

A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias, responsável pela Ferrovia Norte-Sul, anuncia o início das obras de extensão sul da ferrovia, que liga Ouro Verde, em Goiás, a Estrela D’Oeste, no estado de São Paulo numa extensão total de 680 quilômetros.

O presidente da construtora, José Francisco das Neves, visita nesta quinta-feira, dia 13, pela manhã, os municípios de Ouro Verde, Goianira, Jandaia, Indiara, Santa Helena de Goiás, Quirinópolis e São Simão para acompanhar o trabalho, que começa, segundo ele, com o desmatamento dos trechos.

Ferrovia Norte-Sul

A Ferrovia Norte-Sul é uma obra que marca uma nova etapa do crescimento do Brasil. Ao todo serão 3.100 quilômetros de ferrovia, voltados para o desenvolvimento e o progresso do Brasil, que além de ampliar a malha ferroviária, garantem a continuidade do processo de crescimento do País.

A ferrovia vai beneficiar as seguintes cidades: Anápolis, Campo Limpo de Goiás, Ouro Verde de Goiás, Petrolina de Goiás, Jesúsopolis, São Francisco de Goiás, Jaraguá, Rianápolis, Santa Isabel, São Luís do Norte, Uruaçu, Campinorte, Mara Rosa, Estrela do Norte, Formoso, Santa Teresa de Goiás e Porangatu.

A Ferrovia Norte-Sul vai reduzir custos do transporte no País, interligando as regiões Norte e Nordeste ao Sul e Sudeste.

Um comentário:

  1. ”Alternativa tecnicamente melhor para Tocantins, Goiás, Minas e São Paulo de expansão e trajeto da ferrovia Norte Sul”
    Proposta de extensão do trajeto para linha ferroviária Norte Sul, que além de mais vantajosa com relação à proposta original, que está planejada para passar pelos extremos oeste mineiro, Limeira do Oeste e Iturama, e paulista em Santa Fé do Sul e Fernandópolis em locais de baixas demandas e fluxo de cargas, além de um custo e tempo muito maior para a implantação e operação a se somar aos vários anos paralisadas, ela é extremamente benéfica, econômica, de mais rápida utilização e tecnicamente mais conveniente principalmente para uma região importantíssima em Minas, o Triângulo Mineiro, que de sua divisa com Goiás no município de Itumbiara como Monte Alegre de Minas, Prata e Frutal, até adentrar ao centro norte de São Paulo na cidade de Colômbia, se irá restaurar, reaproveitar e revitalizar praticamente 100% das malhas paulistas e mineiras existentes rumo ao interior que hoje se encontram ociosas ou subutilizadas, além do fato de terminar exatamente no mesmo local, o município de Panorama, podendo eventualmente ser utilizada para os futuros trens regionais de passageiros entre São Paulo e Brasília, algo que se torna inviabilizado se for mantida a atual proposta original política, ou ainda por Araguari, Uberlândia, Uberaba, Ribeirão Preto, Campinas, Jundiaí e São Paulo atualmente servidas por uma ferrovia particular, que poderá ser revigorada, uma vez que hoje funciona de forma precária a F C A antiga Mogiana que recentemente devolveu centenas de km de linhas e utiliza a bitola métrica e poderá instalar a mista e que finalmente poderá ter sua ligação consistente com São Paulo rumo ao porto, que é logisticamente mais conveniente, evitando que haja um trajeto inútil “passeio” pelo interior, e mais centenas de km de ferrovias paulistas tenham o mesmo destino das devolvidas pela FCA, ou seja o sucateamento.
    O texto complementar completo referente ao estado de SP pode ser visto em “Abrir os gargalos” na Revista Ferroviária, ou em São Paulo TREM jeito, onde consta um mapa ilustrativo.
    “Como conseguir 700 km de ferrovias a custo mínimo” de Paulo Roberto Filomeno

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