terça-feira, 17 de maio de 2011

Audiência pública discutirá licença ambiental do trecho Itiquira a Rondonópolis

16/05/2011 - O Documento (Cuiabá)

Representantes da ALL - América Latina Logística, participam, nesta terça-feira (17.05), em Rondonópolis (MT), de uma audiência pública junto ao IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), para discutir o licenciamento ambiental das obras de implantação do ramal ferroviário de Rondonópolis. A audiência será às 19h, na União Rondonopolitana das Associações de Moradores de Bairro (URAMB).

O objetivo da audiência é acelerar a emissão da Licença Prévia para as obras do terceiro trecho do Projeto Expansão Malha Norte. Será colocada em questão a importância socioeconômica do projeto, oportunidade em que os representantes da ALL responderão perguntas de diversos segmentos sociais que estarão presentes no local.

Também, durante a audiência, serão apresentadas peculiaridades sobre o Projeto Expansão Malha Norte, que visa a extensão da ferrovia em Mato Grosso em 250 quilômetros, de Alto Araguaia a Rondonópolis, facilitando sobremaneira a logística na região, com a aproximação do transporte ferroviário aos mato-grossenses. A audiência dará ênfase ao terceiro segmento que abrange 75 quilômetros do projeto, único que ainda não iniciou as obras pela necessidade da licença ambiental.

Já foram licenciados pelo IBAMA 175 quilômetros e, acatando as exigências do Instituto, a ALL utiliza a técnica de aterro armado, já usada em outras Áreas de Preservação Permanente (APP). O processo consiste em fabricar placas de concreto em ato simultâneo à terraplanagem. Além disso, bueiros são substituídos por galerias ecológicas, com dimensões de 2,5 x 7 metros e fundo natural, sem o uso de laje, para manter o máximo possível das condições naturais.

A ALL foi além e implantou programas ambientais de acompanhamento da obra nos trechos licenciados, visando controlar erosões, garantir a qualidade das águas e zelar pelas áreas úmidas. A empresa também cuida para que o monitoramento da fauna seja rigoroso, bem como a recomposição das áreas possivelmente degradadas.

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